terça-feira, 2 de junho de 2009

em contrução


Escreverei não para fugir da realidade
mas sim para penetrar sem medidadas
no beat do que corre,
do que pulsa vermelho

Irei ao mercado, buscar café...
a negra bebiba que minha mulher adora,
que a ciranda das pessoas ateia fogo
sob o a densa fumaça da alegria
do pão, do bolo, aipim, da batata doce...

3 comentários:

Juliana Porto disse...

Escreverei para não pensar na fome que me deu quando li esse poema.
Lembrei logo de bolo doce de aipim...
Hmmm.
rs

beijocas.

renata. disse...

o negro que me põe de pé
me sustenta em 8 horas de trabalho
me anima em mais 8 horas de badalação
e me leva na madrugada sem me deixar mal acompanhada! ;D

brincando de fazer versos.
grande beijo

Juliana Porto disse...

Volta logo, Edu!
Os versos estão de ressaca.