terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Quem ajuda um Budha também é Budha





constantemente vou dormir quase ás cinco...
tenho a casa para limpar e Lô Borges cantando,
chove água na cidade de meu coração
e o que vejo trás alento
para minha ciquentenária alma
( sei que possuo incontáveis idades
impressas na trajetória do tempo imortal)
mas somente lembro pequenas cenas disso

mas nunca esqueço daqueles
que nos momentos complexos me deram amor,
sexo, comida, abrigo, sonhos e outras delicias
Quem ajuda um Budha também é Budha

vida grande por mim vivida, sou um privilegiado,
jamais deixei de beber uma manhã de acrobatas pássaros,
de roncar com as ondas, de banir das penas as pragas
rodopiando no vento ancestral

de canções e poesias fiz minha trajetória pequena
por essa Terra sem dono...
não terminou ainda a festa desse homem,
a nossa festa,
agora dançaremos aos milhares embalados
pelas canções poemas que fiz inspiradas nas coisas
do velho Raul e de outros pintores cantantes

(edu planchêz)

3 comentários:

Juliana Porto disse...

E que a festa continue, assim por bastante tempo. Muito mesmo!

Beijos.

sil disse...

Que delícia de poema , me senti plainando nas sua palavras....bjss

Anônimo disse...

queridas irmãs... adoradas...

beijos

Edu Planchêz