terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Bob Joca
Cavalo de pau correndo nas nuvens,
levando o poeta Joca Faria
para o além sol sal...
em bote de cobra,
em salto de grilo...
Esse meu irmão de saia é senegalês
açoriano, portoriquenho pernambucano
Amigo nobre infinito,
por quantas sedes riscaste
"maluquices em teu lençol"?
Bob Joca, centurião das baladas tremulas
tagarelando três biliões de verbos bélicos
diante dos tonéis exorbitantes de saudade
Amigo nobre infinito,
o planeta prenhe de gelatinosas visões
permanece em continua rotação translação
espalhando tua voz, as nossas vozes,
as vozes dos que virão,
as vozes dos que nos antecederam
"Valeu apena, pescador de ilusão!!!"
(edu planchêz)
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