
um castelo chinês na mente de filho pensando na mãe,
lágrimas pequenas,
imagens que não consigo ainda digerir
o homem, o artista, meio desmoronado,
vendo os tijolos do amor moverem-se
pelo o amor mesmo, pelas fendas do tempo,
pela agulhas do infinito das coisas
que somem e aparecem
está doendo, não posso negar,
não tenho como esconder,
mas não sou o covarde que põe
a cabeça entre as pernas
e deixa um porco coberto de lama
sobre um carro puxado por demônios o esmagar
(edu planchêz)
Um comentário:
Esse está a cara de um enlaçador de mundos mssm!!!bj
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