





olho o cachecol de seda lilaz
pendurado no puxador de uma das portas
de nosso guarda-roupas, guarda-sentimentos,
guarda-intimidades...
lembro ontem estado no centro cultural banco do brasil,
eu e meu filho, recitei poemas, conheci pessoas interessadas
em poemas, em coisas novas, novos mundos
tudo foi simples passado num tempo novo e antigo,
as pessoas foram tocadas pelos cantos maias
que repousa nas esquinas de nossa vozes
de tantos signos
tarde repleta de rabiscos, desenhos, mensagens,
de olho no olho
( edu planchêz)
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