




Ele dorme emergida nas mil e quinhentas estrelas
que nunca deixarão de nos guiar
por dentro da compacta noite
Ela dorme ouvindo o violão
que esteve em todos os dedos
das ideias do menino que é meu filho
Hoje essa companheira, serena,
cerra as pestanas
sob o ar da fotografia
que é irmã da fotografia
do atemporal sentimento
do nunca morrer
( edu planchêz)
Nenhum comentário:
Postar um comentário