








Por cinco manhãs puxei a linha e desmanchei teu vestido,
tudo para que se mostrasse nua para os meus sentidos,
para as canções que ainda nã fiz se façam mais humana,
para apanas comtemplar a arte viva que és
Hojé é sábado, por ora dia de pouco vento,
que esse pouco vento nos sirva de roupa
por toda a extensão dessa sublime vida
Voltando ao tempo original,
ao clarão que nos gerou
sob os orgãos dessa montanha de histórias
Você que lê esses fios palavras,
comungue comigo essa manhã sem amarras,
esse céu nevoento,
essa honrosa atitude de cumprir o simples ritual
de preparar o café e lavar a louça
orando poemas de Cora Coralina e Adélia Prado
( edu planchêz)
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