terça-feira, 17 de agosto de 2010

PARA FLÁVIA PEREZ

(Cachoeira de São Francisco Xavier/SJosé dos Campos/Sp)






violão de pé olhando pra mim...
manhã entrando... e nada de sono,
me acostumei a esse não dormir...
por certo por acreditar em corujas e morcegos
( de tê-los como deuses protetores),
por gostar das leoas que pairam na névoa escura,
por arder de poesia e "tesão" que é sinonimo de poesia

estou sob o teto do tempo
que trouxe e levou Alexandre da Macedonia...
dentro,
da camisa azulada do deus futuro

sim, os caminhos do negror
me fornecem as cores que preciso
para repartir meu corpo,
o planeta e a voz

sou rato ruminando o vento,
a bola da vez,
o poeta do hoje, do agora,
do sempre e do nunca...
sem se preocupar se repete
coisas, palavras, sentidos

hoje meu pai é o fio de prata
que liga essa máquina
a maquinaria da noite,
ao dínamo quasar
que protege as entradas e as saídas

sei que falo comigo mesmo,
sei que falo com você,
com as lesmas e com as cabras

(edu planchêz)

4 comentários:

Flá Perez (BláBlá) disse...

UAU!!!! que delícia, acordar, vir ao blogger e ter essa surpresa! que coisa linda! meu dia vai ser diferente agora!
obrigada, obrigada!
bjbjbj

PLANCHÊZ disse...

Pessoa boa, irmã querida que encontrei pelas belezas, pelas belezas de Paraty... bjs

sil disse...

Ta lindo esse novo formato.parabéns Du...

PLANCHÊZ disse...

OBRIGADO SIL, vc é pessoa de alma gigante. Beijos